Estudo destaca a resistência da madeira do pau-brasil
Quinta-feira Setembro 18th 2008, 23:48
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Um estudo realizado no Instituto de Biologia da Universidade estaduaç de Campinas (Unicamp) destacou as características de resistência do pau-brasil (Caesalpinia echinata), árvore símbolo do País. Segundo o trabalho, a madeira da espécie e comportou de maneira semelhante ao angico-preto (Anadenathera macrocarpa), madeira comercial considerada de altíssima resistência.
Segundp a Agência Fapesp, o trabalho, de autoria da cientista Claudia Alves da Silva, analisoua composição da parede celular da maeira do pau-brasil com o objetivo de verificar a resistência a organismos xilófagos, como cupins e fungos. Foi utilizado o cerne do pau-brasil, a parte do tronco em que está o corante vermelho conhecido como brasileína. Amostras da madeira permaneceram durante semanas em contato com fungos e cupins. Depois, as amostras foram pesadas e o desgaste na madeira mensurado. As comparações foram feitas com as madeiras de eucalipto (Eucalyptus grandis) e pinus (Pinus elliotti), além do angico-preto, muito utilizado na confecção de dormentes de trens, segundo a Fapesp. Enquanto 85,2% dos cupins que foram colocador em contato com a madeira do pau-brasil morreram, o índice de mortalidade dos insetos no angico-preto foi de 86,3%. Em pínus esse índice foi de 55,4%, e, no eucalipto, de 32,5%. Quanto à resistência aos fungos apodrecedores, apenas 1% da madeira do pau-brasil sofreu desgaste. Essa porcentagem foi cerca de 2% para o angico-preto, 10% para o pínus e 16% para o eucalipto.
Fonte: http://midiaemeioambiente.blogspot.com/2007/07/estudo-destaca-resistencia-da-madeira-do.html em 13/07/08
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NotÃcia importante !
Quinta-feira Setembro 04th 2008, 12:13
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JC, de 02 de Maio de 2006.
Extrato de pau-brasil ajuda a combater câncer
Aluna de mestrado em farmácia da UFPE encontra no extrato retirado do tronco do pau-brasil um grande aliado para inibir a evolução de tumores transplantados em camundongo, sem o efeito tóxico do medicamento convencional.
A eficiência no tratamento dos roedores doentes traz esperança, já que esses animais possuem características biológicas semelhantes aos humanos.
" A maior vantagem é que no caso do extrato, a toxicidade é muito menor do que com a quimioterapia ", diz a pesquisadora.
Fonte: www.jornaldaciencia.org.br
Edição: Joyce Fidelis
Bernardino de Souza, grande cientista social
Sexta-feira Agosto 15th 2008, 16:51
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Bernandino José do Souza (1884-1949), é o autor de muitas contribuições preciosas sobre a nossa terra e o nosso povo. Em 1934, alcançara um merecido vôo para o Rio de Janeiro, onde assumiu alguns cargos públicos, como de Ministro do Tribunal de Contas da Uniçao. A obra de Bernardino de Souza, é constituída de discursos, proferidos em evetos memoráveis ou efermérides gloriosas, conferências, comunicações, memórias históricas, relatórios e artigos publicados nos jornais e revistas.
O pau-brasil, hoje árvore rara, era intensamente procurado nos tempos coloniais para a extração do corante vermelho brasilina, que, depois de extraído, oxida-se, dando a brasileina; usava-se esse corante para tingir tecidos e fabricar tinta de escrever. Hoje em dia, a madeira fornecida é empregada apenas na fabricação de arcos para violino motivo pela qual é exportada, em pequena escala.O pau-brasil na História Nacional é um admirável estudo de Geografia Humana, com toda a influência econômica e social do espécime da nossa flora que batizou o país. É um rigoroso trabalho de pesquisa, eficiente para modificar o conceito até então firmado, de que o ciclo econômico do pau-brasil esteve circunscrito ao século XVI. A documentação revelada demonstra que tal ciclo veio até o último quartel do sécul XIX. Na verdade o pau-brasil teve significado na história, refletindo-se em vários aspectos, pois fez muito maid do que contribuir para o nome do país.
Fonte: www.cinform.com.br
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10 fatos curiosos sobre o pau-brasil
Sexta-feira Agosto 15th 2008, 15:49
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1. A copa verde do Pau-brasil, na época da floração, carregada de flores amarelas lembra o Pavilhão Nacional.
2. Um exemplar do Pau-brasil encontrado no sul da Bahia, tem, provavelmente, a mesma idade do Brasil, 500 anos.
3. Para transportar toras de Pau-brasil nos ombros, os índios recebiam pedaços de pano, espelhos, facas, machados e outras quinquilharias.
4. A cor vermelha era a preferida da realeza européia em suas vestimentas. Daí a utilização do corante vermelho extraído da madeira brasileira para o tingimento das roupas da época.
5. Em 1856, um jovem químico de apenas 18 anos, chamado Henry Perkin, sintetizou um corante artificial (a malveína) que substituiu, de vez, o Pau-brasil, no tingimento de roupas.
6. O violino feito de Pau-brasil é considerado o melhor do mundo.
7. Ao longo do século XVI, o corante do Pau-brasil era utilizado no tingimento de ovos de páscoa e na fabricação de um tipo de pasta de dente.
8. Em 1837, D. Pedro I enviou à Londres, cerca de três toneladas de toras de Pau-brasil para leiloa-las e obter dinheiro para o pagamento de juros da dívida externa brasileira.
9. Na década de 70, as exportações de Pau-brasil para os EUA, França e Alemanha chegaram a ordem de 50 toneladas/ano.
10. Na cidade de Fortaleza (Bairro de Parangaba) existe uma rua com o nome Pau-brasil. Na citada Rua, não existe nenhum exemplar de Pau-brasil.
Texto: Thaís Vasconcelos
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