Segue aà algumas curiosidades!
PRESTE BEM ATENÇÃO

PERCEBEU QUE TRANGÊNICOS SÃO TAMBÉM RETRATADOS EM CARTUNS, SEGUE MAIS,

E SÓ UMA MAIS CURIOSIDADE. SEGUE A FOTO DE ALIMENTOS QUE SÃO TRANSGÊNICOS
ESSAS IMAGENS FORAMTIRADAS DE INUMEROS SITES.
Pesquisa realizada no Ãnicio da semana passada!
No ínicio da semana passada essa pesquisa foi realizada em nosso colégio, participarram 72 pessoas.
Apergunta foi a seguinte: Você acha correto aprodução e comercio de alimentos transgênicos em nosso país?
43 dessas pessoas responderam SIM
29 dessas pessoas responderam NÃO
Também foram coletados depoimtentos dessas pessoas.
1. Pois assim vaí ter mais mutantes para ano vela da Record!!
Juliano 6aF
2. Pois são gostosos!!!
Hosanh 6aE
3. Porque pode fazer mal.
Adriana 6aE
E a nossa resposta é essa: Não, pois ainda não setem uma conclusão certa do que esse alimentos podem causar.
Vem AÃ!! Trangênicos, Bem ou Mau?
Os aspectos positivos dos alimentos transgénicos são:
· O aumento na produção de alimentos;
· A alteração do valor nutricional dos alimentos;
· O desenvolvimento de espécies com características desejáveis;
· A maior resistência dos alimentos ao armazenamento por períodos maiores;
Os aspectos negativos dos alimentos transgénicos são:
· O aumento dos sintomas de alergia
· A maior resistência a agro tóxicos e antibióticos nas pessoas e nos animais;
· O aparecimento de novos vírus;
· A eliminação de populações benéficas como abelhas, minhocas e outros animais e espécies de plantas;
· O empobrecimento da biodiversidade;
· O desenvolvimento de ervas daninhas muito resistentes que podem causar novas doenças e o desiquilíbrio da natureza;
· O desconhecimento das consequências da utilização dos alimentos geneticamente alterados a longo prazo.
FONTE:http://escola-contra transgenicos.naturlink.pt/aspectos.html
Sabão é alternativa de reaproveitamento do óleo de cozinha
O descarte do óleo é apenas uma pequena parte do grande problema relacionado à geração de lixo no mundo. Tratar lixo é caro e, quando não tratado, há um forte impacto ambiental. Por isso, o Instituto Akatu procura mostrar ao consumidor a oportunidade que ele tem, ao mudar seus hábitos, de contribuir para a sustentabilidade do planeta - gerando o mínimo de lixo possível e reaproveitando ao máximo os produtos antes de descartá-los.
No caso do óleo de cozinha usado em frituras, a possibilidade mais concreta para evitar seu despejo na natureza é reaproveitá-lo fazendo sabão (veja a receita abaixo). A dona-de-casa Maria Bassi Massulini, moradora de Santos-SP, há tempos adota essa atitude consciente. “Sempre tive muito dó de pensar que o óleo descartado pudesse ir para o canal e poluir a praia”, conta. Ela aprendeu a fazer sabão a partir da gordura há 30 anos com sua sogra.
Na época em que era vizinha de uma barraquinha de pastéis, Maria conta que reaproveitava todo o óleo que podia. “Rendia tanto sabão que acabava servindo para todo mundo”, lembra. Ela até chegou a dar uma dica muito válida para quem se interessar em fazer o sabão: “quanto mais tempo ele curtir, melhor, limpa mais”. Outra recomendação importante é ter muito cuidado ao misturar a soda com a água. "O melhor é usar luvas, pois a soda pode queimar se entrar em contato com a pele", recomenda ela. O ideal também é usar utensílios de madeira ou plástico para preparar a mistura e deixar o sabão curtir por no mínimo três meses, para que não ofereça riscos à pele.
Além do sabão, o consumidor consciente tem outra alternativa: doar - ou mesmo vender - o óleo usado para instituições e empresas que se encarregam de reutilizar o produto. Um exemplo disso é o trabalho da Ação Triângulo, OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) com sede na cidade paulista de Santo André.
Todos os meses, seus 60 agentes socioambientais visitam 60 mil residências em diversos bairros de cidades do ABC paulista (que engloba as cidade de Santo André, São Bernardo e São Caetano) para recolher o óleo de cozinha. Com as cinco toneladas de material recolhidas mensalmente, são produzidos, na própria usina da organização, sabões em pedra e sabonetes que, posteriormente, serão vendidos para custear as ações ambientais, sociais e de consumo consciente desenvolvidas pela entidade.
A equipe de campo da Ação Triângulo
O projeto, denominado "Casa a Casa", começou há quase quatro anos e hoje conta com o patrocínio da Petrobrás. Segundo o coordenador de comunicação da Ação Triângulo, Adriano Ferreira Calhan, o projeto faz com que as pessoas sejam sensibilizadas em rede sobre os impactos do seu consumo. “As pessoas acabam parando para pensar a respeito do ciclo de vida daquilo que elas consomem”, diz ele.
Além do óleo, os agentes recolhem também pilhas e baterias. Para quem mora na capital paulista ou na sua região metropolitana, é possível também agendar a retirada do material, desde que a quantidade seja superior a três litros.
Em Ribeirão Preto e região, no interior paulista, o óleo de cozinha também pode ser doado. O Projeto “Biodiesel em casa e nas escolas”, desenvolvido pelo Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas do Departamento de Química da USP de Ribeirão Preto, visa a produzir biodiesel por meio do óleo usado nas frituras e tem parceria com as lojas do Carrefour (parceiro mantenedor do Instituto Akatu) da cidade de Ribeirão Preto e com algumas escolas da rede pública de ensino. Além de Ribeirão, as cidades da região que têm escolas cadastradas no projeto são Sertãozinho, São Carlos, Araraquara, Batatais e Pradópolis. No caso das lojas de supermercado, quem levar quatro litros de óleo usado, ganha um litro de óleo novo. Já nas escolas, os alunos que levam o material concorrem a uma bicicleta.
No Rio de Janeiro há outro projeto de pesquisa sobre o uso do óleo como combustível. O Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Estudos de Engenharia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), também conhecido como COPPE, desde de 2002 realiza um trabalho, sob coordenação do professor Alexandre D’Avignon, que visa a tornar viável o uso de óleo de cozinha para a produção do biodiesel. A tecnologia já existe, o que falta apenas é uma regulamentação governamental.
Segundo a professora do Departamento de Tecnologia de Alimentos e do Laboratório de Óleos e Gorduras da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) na Europa há equipamentos para adaptar carros de forma que funcionem diretamente com óleo de cozinha. Ela também faz um alerta: “Na Europa é comum o óleo de cozinha ser usado como aditivo nas rações de animais. Isso é altamente tóxico e o maior prejudicado é o ser humano que irá consumir a carne desses animais”.
Receita de sabão a partir do óleo de cozinha - por Maria Bassi Massulini
Material utilizado
- 5 litros de óleo comestível usado
- 2 litros de água
- 200 ml de amaciante
- 1 Kg de soda cáustica em escama(NaOH)
Passo-a-passo
1- Coloque a soda em escamas no fundo do balde cuidadosamente.
2- Coloque, com cuidado, a água fervendo. Mexa até diluir todas as escamas da soda.
3- Adicione o óleo cuidadosamente. Mexa.
4- Adicione o amaciante. Mexa novamente.
5- Mexa até formar uma mistura homogênea.
6- Jogue a mistura em uma fôrma e espere secar bastante.
7- Corte as barras e pronto!
Dica
Quanto mais o sabão curtir, melhor ele fica.
Todo cuidado é pouco. Se a soda entrar em contato com a pele, pode provocar queimaduras.
Conteúdo dos Cosméticos + Cosméticos Ilegais(Abaixo)
Terça-feira Agosto 19th 2008, 20:07
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Cosméticos
Olá!!!Eu não postei nada na semana passada (Desculpa!!!), então vou postar dobrado hoje, êêêhh!!
Tá, não é tão exitante assim ¬¬.
Vamos ao que interessa:
De olho no conteúdo dos cosméticos
Diversas mulheres acham que é impossível viver sem cosméticos. Elas não medem esforços para comprar cremes, hidratantes, óleos, xampus e maquiagens que prometem deixá-las mais bonitas. Em 2006, por exemplo, a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC) registrou vendas de R$ 17,3 bilhões. Mas será que as consumidoras sabem quais são os efeitos desses produtos?
"A idéia de que o mais caro é melhor nem sempre é correta". Por isso, o farmacologista e professor de cosmetologia Maurício Pupo, dá algumas dicas sobre a composição de cosméticos para as mulheres capricharem no abastecimento de suas prateleiras.
“Todos os cosméticos são feitos basicamente de água. Um creme hidratante, por exemplo, leva cerca de 90%. Algumas empresas utilizam a destilada (puríssima) e outras a termal (mineral). Os produtos feitos com água termal geralmente são mais caros, mas oferecem mais benefícios à beleza, pois contêm sais minerais provenientes do solo. ”, afirma o professor.
Outro fator importante é a escolha do tipo de óleo que o produto tem como princípio ativo, principalmente nos hidratantes. “Existem dois tipos, os óleos vegetais e os óleos minerais. Os vegetais são extraídos de plantas, como os de amêndoa, oliva, semente de uva, milho e soja. Eles nutrem porque ultrapassam a epiderme e chegam até a derme (as camadas de pele), depositando seus benefícios. Já os minerais são derivados de petróleo e também são mais baratos. Eles não penetram na derme como os vegetais, apenas lubrificam a superfície e dão sensação de hidratação”, explica Maurício Pupo.
A pele humana não reconhece o óleo mineral. Tanto que muitas mulheres procuram hidratantes para o rosto e acabam notando a aparecimento de espinhas. Isso acontece porque a pele fica oleosa, mas não hidratada. Além disso, a produção desse óleo libera gás carbônico na atmosfera e interfere na camada de ozônio. Na Europa, já existem movimentos muito fortes para que o uso de derivados do petróleo seja proibido.
Os conservantes também podem trazer malefícios à saúde. Os Parabenos são os mais antigos da sua categoria. Eles penetram na pele e se depositam nas glândulas, indo direto para a corrente sanguínea e alterando os níveis de estrogênio. “Isso é alarmante, pois existe uma enorme utilização de cosméticos que contêm Parabenos por gestantes, lactantes, crianças e pacientes sob diversos tratamentos, como câncer, reposições hormonais e terapias crônicas. Hoje, o mercado possui preservantes naturais ou mais modernos que, até o momento, demonstraram segurança, permitindo o desenvolvimento de formulações mais seguras”, observa o farmacologista.
No caso de desodorantes ou produtos a serem aplicados nas axilas, as pessoas devem ser mais seletivas ainda, pois estudos recentes comprovaram que o uso de Parabeno nessa região pode estar associado ao aumento da incidência de câncer de mama. “Se as pessoas encontram Parabenos no rótulo de seus cosméticos, elas devem rejeitá-lo. Já existem linhas e produtos verdes (ecológicos), como por exemplo, a linha ‘Liv Botanicals’, da Avon, que são livres de conservantes”, acrescenta o especialista.
Os Parabenos podem ser identificados nas formulações dos cosméticos e desodorantes com diversas nomenclaturas, entre elas, Parabens, Methylparaben, Ethylparaben, Propylparaben e Butylparaben.
Outros ingredientes são as plantas e os frutos, que muitas vezes atuam como ingredientes principais dos cosméticos, diminuindo indícios de idade, deixando a pele mais macia, hidratando dentre outras funções.Só é necessário tomar cuidado, pois há plantas que são retiradas ilegalmente, principalmente plantas Amazônicas.Aqui algumas das plantas utilizadas nos cosméticos:
Camomila
Macela-do-Campo
Maracujá
Pitanga
Buriti
Mate Verde
Plantas de origem Amazônica:
Andiroba
Cupuaçu
Guaraná
Castanha-do-Pará
Fonte: http://www1.uol.com.br/cyberdiet/colunas/080428_bel_cosmeticos.htm
Imagens: http://www.natura.net/port/cosmoprof/por/index.asp?urldest=http://www.natura.net/port/cosmoprof/por/ativos.aspwww.natura.net/port/cosmoprof/por/index.asp?urldest=http://www.natura.net/port/cosmoprof/por/ativos.asp
Até outro post!!!
Carol =^.^=
Cosméticos Piratas(ilegais)
Terça-feira Agosto 19th 2008, 20:05
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Cosméticos
fO post duplo que eu prometi, YAY!!!>w<
(Eu tenho que parar de me entusiasmar com besteira "¬¬…)
Cosméticos e outros produtos estéticos podem provocar danos como alergia e até embolia pulmonar. Um dos maiores consumidores mundiais desse tipo de mercadoria,os brasileiros, conhecem pouco os riscos.Mas o que isso tem haver com falsificação?
Os brasileiros estão entre os que mais cuidam da beleza no mundo. O país é o sexto maior mercado de cosméticos. Para se ter idéia, fabricantes de cerca de 2,2 mil produtos entram, por mês, com processo de regularização na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O crescente comércio da beleza esconde seus riscos. Nas últimas semanas, os consumidores foram surpreendidos com apreensão de esmalte - devidamente registrado - que causava queimadura na pele e de produtos falsificados, como uma imitação do Meta Crill, substância usada em implante para a correção de rugas e sulcos da face.
Os casos fizeram soar, mais uma vez, o alerta: como homens e mulheres podem continuar cuidado da beleza, sem prejudicar a saúde? Para a Anvisa, entre os produtos devidamente registrados, os problemas são casos isolados. A agência diz que o problema é a mercadoria clandestina e falsificada, mas repassa a responsabilidade de fiscalização a estados e municípios.
Enquanto a agência reguladora não atua no combate à clandestinidade e à falsificação, os consumidores criam suas táticas de proteção. A professora Adriana Pessoa, 34 anos, não resiste a um bom preço de camelô. "Brasileiro ou importado, só dá alergia no bolso", brinca. Adriana não sabe identificar quando o produto está regularizado. Esclarecida, a vendedora Loren Cardoso, 27, explicou à Adriana que no rótulo do cosmético deve constar nome do fabricante, responsável técnico pelo conteúdo e número de lote do produto. "É complicado", retrucou a professora.
Adriana não é exceção à falta informação aos consumidores. São poucos os que prestam atenção ao rótulo, entendem o que está escrito e tem acesso ao material informativo. Para orientar os consumidores, a Anvisa dispõe de cartilhas, mas a distribuição do material está restrita às vigilâncias estaduais e municipais e em feiras especializadas. De acordo com o gerente de Fiscalização e Inspeção de Medicamentos e Produtos para a Saúde da Anvisa, José Augusto, nos últimos dois anos foram distribuídos 300 mil folhetos com dicas de como se proteger dos produtos irregulares.
Pirataria na mira do Governo Federal
Foram 2 mil produtos apreendidos, somente no DF, em 2005 Os cosméticos falsificados e clandestinos são caso de polícia. Desde 2004, quando a ilegalidade passou a ser investigada pelo Conselho Nacional de Combate à Pirataria do Ministério da Justiça (MJ), as autoridades federais constataram a diversidade de atuação desses produtos no Brasil. As apreensões não se resumem aos cosméticos sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou no comércio informal. Tem comerciante do interior do país sendo abastecido por atacadistas ilegais.
"A ilegalidade tem passado despercebida pelo consumidor", adverte o secretário-executivo do MJ, Luiz Paulo Barreto. Em 2005, foram apreendidos pelas polícias Rodoviária e Federal e pela Receita Federal mercadorias diversas, de lâminas de barbear falsificadas a maquiagem de marcas famosas. De acordo com o secretário, a maioria desses cosméticos tinha como destino o mercado informal e pouca coisa chega às lojas. Mesmo assim, Barreto ressalta que foram encontradas mercadorias ilegais em mercadinhos no interior do país. O repasse para o varejo é sinal de evolução no submundo da pirataria. "Tem atacadistas clandestinos atuando nessas regiões", afirma Barreto.
Mercado informal
Por ser uma área que só recentemente passou a ser motivo de preocupação, os cosméticos apreendidos são estimados pelo ministério dentro do percentual de "outras mercadorias". Barreto afirma que 75% dos cosméticos apreendidos em 2005 vieram de fora do país e vão para o mercado informal. Um dos produtos mais apreendidos foi pó compacto. Também fazem parte da lista de falsificados preservativos de marcas conhecidas e rímel para os cílios.
Embora esteja no rol dos medicamentos, produtos sem regulamentação na Anvisa e com rótulo em espanhol estavam entre os cosméticos apreendidos em Brasília. Segundo Barreto, parte do desenvolvimento da pirataria é alimentada pelo consumidor. "As pessoas devem desconfiar de produtos muito baratos. Feira não é local de comprar cosméticos. É como medicamento. A possibilidade de ser falsificado é grande e os danos à saúde também", diz.
Para o delegado José Luiz Silva Duarte, titular da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Saúde Pública do Rio de Janeiro, desconfiar de cosméticos vendidos por ambulantes é simplista. "A área tem tradição de venda na rua. Há anos cosméticos conhecidos são vendidos por meio de revistas, de porta em porta", diz. Duarte lembra que hoje em dia é comum encontrar marcas novas e de qualidade reconhecida, sendo vendidas por camelôs. "Não dá para generalizar", ressalta.
Segundo Duarte, o problema na capital carioca é com empresas constituídas, mas de fundo de quintal, fabricando produtos sem antes obter regularização da Vigilância Sanitária. "A maioria é produto de limpeza como desinfetantes", diz. Por mês, a delegacia do Rio instaura 25 inquéritos, em média. De acordo com Duarte, quando tem cosmético no meio é produto para o cabelo”, diz.
Este ano, a Anvisa vai firmar convênio com a Polícia Federal para fazer ações conjuntas, mas a agência deixará a iniciativa das operações sanitárias para as vigilâncias estaduais e municipais. "A competência de fiscalização é das vigilâncias estaduais e municipais", justifica a diretora-adjunta da Anvisa, Cristiane Gonçalves. O órgão regulador só entra no circuito de combate à ilegalidade se receber denúncia ou for convidada pelas vigilâncias locais. (Correio Brasiliense).
Fonte: http://www.unafiscosaude.org.br/artigos/clipping30.doc
Bem, eu não sei se isso combina muito com o tema, mas é bem importante
Até outro post!!
Carol =^.^=
resposta da pergunta (SAL VERDE)
AQUI ESTÃO ALGUMAS INFORMAÇÕES SOBRE ESSA PLANTA:
A respeito da Salicornia: ela é uma planta que, alem de ser usada na alimentação humana (na Europa é conhecida como “aspargo marinho”) e de animais, pode ser usada como fitorremediadora de efluentes da carcinicultura. Isso significa que ela utiliza poluentes das águas oriundas dos viveiros de camarão para crescer, diminuindo, assim, as impurezas presentes e que poluiriam o meio ambiente.
Fibras naturais para o intestino
Já existem no mercado nacional quase 400 medicamentos fitoterápicos. O que mais chama a atenção é que dos 20 mais vendidos, oito são para prisão de ventre. É por isso que os reguladores intestinais são outra grande aposta dos cientistas.
Testes feitos em laboratório mostram que as sementes da Plantago catharinea, uma espécie encontrada na região litorânea de Santa Catarina, funcionam muito bem. É a popular tanchagem, uma fibra chamada de solúvel e que ajuda o intestino a trabalhar de um jeito bem natural.
"Seis horas depois, houve uma expansão da fibra solúvel em até sete vezes. Essa expansão ocorre por causa da hidratação da fibra solúvel na água. E esse é o efeito que desejamos no intestino para criar um bolo fecal ampliado, facilitando a expulsão das fezes do organismo humano", explica Amaury Jr., engenheiro agrônomo da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri).
Fibras solúveis não irritam o intestino como os laxantes, mas são, quase sempre, importadas – e caras. A opção catarinense, mais eficiente, sairia muito mais em conta por ser brasileira. Mas a espécie ainda precisa ser domesticada.
globo reporter15/08/08
pesquisa:andré Correia
EDIÇÃO:andré Correia
Farinha de tupinambor
Domesticar uma planta pode ser mais difícil que domar um animal. O desafio é fazer com que uma espécie acostumada a seu ambiente natural possa crescer e se desenvolver em outro lugar, muitas vezes com solo e clima completamente diferentes, o que torna tudo ainda mais difícil. Pode levar anos e nem sempre dá certo. Parte desse delicado trabalho acontece dentro do viveiro de mudas, um grande berçário verde.
Nas mãos do técnico auxiliar de pesquisa Giovani Porto, uma outra grande promessa: o tupinambor. A planta é um rizoma, um caule subterrâneo, e já está bem adaptada em Santa Catarina.
Por enquanto, o tupinambor está sendo cultivado em um sítio em Canelinha, a 70 quilômetros de Florianópolis. A plantação ainda é pequena, mas pode se espalhar por outras regiões do país.
"A cenoura gosta de terra fresca e frouxa para crescer. Com o tupinambor é a mesma coisa", diz o agricultor Wilmar da Silva.
Fácil também é transformar o tupinambor em farinha. Basta secar e triturar. E é assim que os pesquisadores estão testando os poderes desse rizoma. Ele é considerado um alimento terapêutico porque é rico em inulina, um tipo de açúcar que não é digerido no estômago.
"O mecanismo de ação do tupinambor é via intestino. Assim, ele consegue controlar problemas de diabetes, colesterol, obesidade e, principalmente, a constipação intestinal", explica Amaury Jr., engenheiro agrônomo da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri).
Tanta riqueza estimulou a criatividade dos pesquisadores. Que tal usar a farinha e inventar pães e biscoitos com o poder de curar e evitar doenças? É o que eles batizaram de panicêutica.
"Por estar desidratado, não precisamos usar muita quantidade de tupinambor", diz Tânia Mendes Nunes, técnica da Epagri.
Não foi fácil. Alguns pães ficaram simplesmente horríveis, pesados demais. Mas as cientistas da cozinha acabaram descobrindo a quantidade certa de farinha de tupinambor que pode ser adicionada aos outros ingredientes.
"O pão fica super macio. Dá para manter as propriedades medicinais do tupinambor com uma quantidade pequena de farinha porque ele é muito eficiente. Em forma de farinha, ele desidratou e concentrou ainda mais suas propriedades medicinais", explica Tânia Mendes Nunes.
O resultado é aprovado por todos. O pão fica com o cheiro da farinha de tupinambor. Todos que provaram gostaram do sabor.
O padeiro Rubens Moreira acredita que a receita faria sucesso na padaria.
"Ele sacia. Um pedacinho de pão satisfaz, não é preciso comer muito", diz a dona de casa Doraci Aguiar.
O tupinambor não é brasileiro. Veio do Canadá. A primeira muda desta e de muitas outras plantas chegaram a Santa Catarina pelas mãos de uma freirinha que deixou saudades. Irmã Eva Michalak morreu no ano passado, aos 94 anos. Seu profundo conhecimento foi a inspiração dos pesquisadores de Santa Catarina.
A produtora de plantas medicinais Cecília Cipriano Osaida, a Ciça, aprendeu muito com ela. Criou um santuário com mil espécies medicinais e hoje também passa adiante o seu conhecimento. A primeira lição: na terra, só adubo natural.
"Planta medicinal não combina com agrotóxico, de forma nenhuma! Quando você fala que é medicinal, está oferecendo saúde. Como você vai trabalhar com saúde colocando veneno? Não existe isso. Tem que ser 100% orgânico", ressalta Ciça.
Amaury Jr. e Ciça são fiéis aos princípios da freirinha que começou todo esse trabalho.
"Depois dos 30 anos, cuidado: muita doçura e muita gordura leva ligeiramente o homem para a sepultura", dizia Irmã Eva.
Doçura, gordura, sepultura. Rima para ninguém esquecer. Quantas lições podemos tirar do conhecimento popular
globo reporter 15/08/08
pesquisa:ANDRÉ CORREIA
edição:ANDRÉ CORREIA
Folha que vira sal
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| Uma terra de contrastes, com ilhas, mar, águas quentes e até neve. Assim é Santa Catarina. Mas a equipe do Globo Repórter seguiu a rota de uma outra riqueza, um tesouro guardado em Itajaí, a 90 quilômetros de Florianópolis. Nossos repórteres entraram no que os pesquisadores chamam de Banco de Germoplasma. O nome parece complicado. Só parece, porque o banco é mesmo uma enorme horta de plantas medicinais, uma farmácia viva.
Na área de 5 mil metros quadrados, a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) mantém mais de mil espécies de plantas.
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Na verdade, nós temos um arsenal de plantas que poderão tratar pelo menos umas 200 doenças que o ser humano já conhece, justamente porque o número de espécies é grande e cada espécie tem várias atividades diferentes", diz Amaury Jr., engenheiro agrônomo da Epagri.
E nesse arsenal tem novidades para os hipertensos, portadores de doenças cardíacas e renais. Está saindo do forno a pesquisa que pode revolucionar os hábitos alimentares e a saúde do brasileiro. Galhinhos secos, depois de triturados, se transformam em um pó. São de uma planta que pode substituir o sal de cozinha.
Amaury Jr. Diz que o pó pode ser usado como sal na comida. "A planta tem um sabor salgado suave, que não causa problemas, com todas as vantagens de um sal light. É salgado na dose adequada, para não causar nenhum problema à saúde do ser humano e com todas as vantagens que o sal poderia ter em termos de micronutrientes e outros componentes", explica o pesquisador.
Vantagens do sal verde que os pesquisadores já têm confirmação científica.
"As principais atividades da planta são ação antioxidante, imunoestimulante, protetora de tumores, diurética e repositora eletrolítica. Seria totalmente benéfico substituir esse produto pelo sal porque a pessoa ganha em saúde. Ela não vai ter tanto problema de hipertensão arterial. Ao mesmo tempo, a planta evita o envelhecimento precoce das células. O sal comum leva as pessoas a terem um envelhecimento mais precoce de células", ressalta Amaury Jr.
Esse novo sal nasce, literalmente, da terra. Uma planta rara encontrada por acaso, perto de área de mangue em Santa Catarina. Uma das responsáveis pela descoberta é a produtora de ervas Cecília Cipriano Osaida, a Ciça, que observa a natureza sempre com muita curiosidade.
"Nós levamos essa planta para ver do que se tratava e descobrimos que era a erva de sal, a salicornia", conta Ciça.
Foi uma surpresa. O incrível é que a erva é da família da beterraba e absorve o sal do mar, que está logo ali.
"Essa planta é famosa na Europa. Nós não fazíamos nem idéia de que tínhamos essa planta no nosso litoral", diz Ciça.
O grande desafio agora é saber como ela pode ser produzida em quantidade para chegar à mesa do consumidor. Uma prova das infinitas possibilidades das plantas brasileiras.
GLOBO REPORTER 25/08/08
PESQUISA:ANDRÉ CORREIA
EDIÇÃO:ANDRÉ CORREIA
Bernardino de Souza, grande cientista social
Sexta-feira Agosto 15th 2008, 16:51
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Pau-Brasil
Bernandino José do Souza (1884-1949), é o autor de muitas contribuições preciosas sobre a nossa terra e o nosso povo. Em 1934, alcançara um merecido vôo para o Rio de Janeiro, onde assumiu alguns cargos públicos, como de Ministro do Tribunal de Contas da Uniçao. A obra de Bernardino de Souza, é constituída de discursos, proferidos em evetos memoráveis ou efermérides gloriosas, conferências, comunicações, memórias históricas, relatórios e artigos publicados nos jornais e revistas.
O pau-brasil, hoje árvore rara, era intensamente procurado nos tempos coloniais para a extração do corante vermelho brasilina, que, depois de extraído, oxida-se, dando a brasileina; usava-se esse corante para tingir tecidos e fabricar tinta de escrever. Hoje em dia, a madeira fornecida é empregada apenas na fabricação de arcos para violino motivo pela qual é exportada, em pequena escala.O pau-brasil na História Nacional é um admirável estudo de Geografia Humana, com toda a influência econômica e social do espécime da nossa flora que batizou o país. É um rigoroso trabalho de pesquisa, eficiente para modificar o conceito até então firmado, de que o ciclo econômico do pau-brasil esteve circunscrito ao século XVI. A documentação revelada demonstra que tal ciclo veio até o último quartel do sécul XIX. Na verdade o pau-brasil teve significado na história, refletindo-se em vários aspectos, pois fez muito maid do que contribuir para o nome do país.
Fonte: www.cinform.com.br
Edição e formatação: Joyce Fidelis
10 fatos curiosos sobre o pau-brasil
Sexta-feira Agosto 15th 2008, 15:49
Arquivado em:
Pau-Brasil
1. A copa verde do Pau-brasil, na época da floração, carregada de flores amarelas lembra o Pavilhão Nacional.
2. Um exemplar do Pau-brasil encontrado no sul da Bahia, tem, provavelmente, a mesma idade do Brasil, 500 anos.
3. Para transportar toras de Pau-brasil nos ombros, os índios recebiam pedaços de pano, espelhos, facas, machados e outras quinquilharias.
4. A cor vermelha era a preferida da realeza européia em suas vestimentas. Daí a utilização do corante vermelho extraído da madeira brasileira para o tingimento das roupas da época.
5. Em 1856, um jovem químico de apenas 18 anos, chamado Henry Perkin, sintetizou um corante artificial (a malveína) que substituiu, de vez, o Pau-brasil, no tingimento de roupas.
6. O violino feito de Pau-brasil é considerado o melhor do mundo.
7. Ao longo do século XVI, o corante do Pau-brasil era utilizado no tingimento de ovos de páscoa e na fabricação de um tipo de pasta de dente.
8. Em 1837, D. Pedro I enviou à Londres, cerca de três toneladas de toras de Pau-brasil para leiloa-las e obter dinheiro para o pagamento de juros da dívida externa brasileira.
9. Na década de 70, as exportações de Pau-brasil para os EUA, França e Alemanha chegaram a ordem de 50 toneladas/ano.
10. Na cidade de Fortaleza (Bairro de Parangaba) existe uma rua com o nome Pau-brasil. Na citada Rua, não existe nenhum exemplar de Pau-brasil.
Texto: Thaís Vasconcelos
Edição e formatação: Joyce Fidelis
Padrinho Do Reaproveitamento de Alimentos
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Nascido em Recife, em 1908. Formado em Medicina pela Faculdade Nacional de Medicina da Universidade do Brasil, em 1929.Livre-docente de Fisiologia da Faculdade de Medicina do Recife, 1932; Professor Catedrático de Geografia Humana da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais do Recife, 1933 a 1935; Professor Catedrático de Antropologia da Universidade do Distrito Federal, 1935 a 1938; Professor Catedrático de Geografia Humana da Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil, 1940 a 1964.Convidado oficial do Governo Italiano para realizar um ciclo de conferências nas Universidades de Roma e Nápoles sobre "Os Problemas de Aclimatação Humana nos Trópicos", 1939.Convidado oficial de Governos de vários países para estudar problemas de alimentação e nutrição. Entre eles : Argentina (l942), Estados Unidos (l943), República Dominicana (l945) , México (l945), França (l947).Chefe da Comissão que realizou o inquérito sobre as Condições de Vida das Classes Operárias do Recife (primeiro inquérito desta natureza levado a efeito no país), 1933.Membro da "Comissão de Inquérito para Estudo da Alimentação do Povo Brasileiro", realizado pelo Departamento Nacional de Saúde, 1936. Detentor do Prêmio Pandiá Calógeras, 1937.ldealizador, Organizador e Diretor do Serviço Central de Alimentação, depois transformado no Serviço de Alimentação da Previdência Social (SAPS ), 1939 e 1941.Presidente da Sociedade Brasileira de Alimentação, 1942 a 1944.Idealizador e Diretor do Instituto de Nutrição da Universidade do Brasil, 1946.Prêmio José Veríssimo da Academia Brasileira de Letras, 1946.Delegado do Brasil na "Conferência de Alimentação e Agricultura das Nações Unidas,", convocado pela FAO (Food and Agriculture Organization) agosto de 1947.Membro do "Comitê Consultivo Pennanente de Nutrição", da FAO, 1947.Professor Honoris-Causa da Universidade de Santo Domingos, República Dominicana, 1945; da Universidade de San Marcos, Lima, 1950; da Universidade de Engenharia, Lirna, 1965.
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Organizada pelo IBASE, FASE e pela Família Josué de Castro (19/09/83) Sessão de abertura sob a Presidência do então Vice Governador Professor Darcy RibeiroPresidente do Conselho da Organização para Alimentação e Agricultura das Nações Unidas (FAO), 1952 e 1956.Presidente da Associação Mundial de Luta Contra a Fome (ASCOFAM)."Prêmio Roosevelt" da Academia de Ciências Políticas dos EUA, 1952."Grande Medalha da Cidade de Paris", 1953."Prêmio Internacional da Paz", 1954.Grande Cruz do Mérito Médico, Brasil."Oficial da Legião de Honra", França, 1955Presidente eleito do Comitê Governamental da Campanha de Luta Contra a Fome, ONU, 1960.Deputado Federal pelo Estado de Pernambuco, 1954 a 1962.Embaixador do Brasil na ONU, em Genebra, 1962 a 1964.Demitiu-se em virtude do golpe militar de 31 de março de 1964 que, através do Ato Institucional Nº.1, lhe cassaria os direitos políticos, em 09 de abril do mesmo ano.Detentor da "Ordem de Andrés Bello" do Governo da Venezuela, 1968.Membro de várias Associações e Academias no Brasil e no Exterior.Fundador e Presidente do Centro Internacional para o Desenvolvimento - (CID) , Paris, 1965 - 1973Presidente da Associação Médica Internacional para o Estudo e Condições de Vida e Saúde (AMIEV), 1970. - Professor Estrangeiro Associado ao Centro Universitário Experimental de Vincennes, Universidade de Paris, 1968 a 1973.Exilado na França, faleceu em Paris em 24 de setembro de 1973.
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ENQUETE DA SEMANA!!!
Nesta pesquisa sobre alimentos transgênicos 100 pessoas participaram.
1.Você sabe o que é alimento transgênico?
56% dos participantes disseram NÃO
44% dos participantes disseram SIM
Comentário: Isso mostra como este assunto é desconhecido.
2.Se você respondeu NÃO, você acha que se come?
23 pessoas responderam SIM.
33 pessoas responderam NÃO.
Comentário: Muitas pessoa responderam que o alimento transgênico era lixo,e teve uma pessoa que disse que era papel higiênico.Por isso compreendemos que de 56 pessoas que disseram não na primeira pergunta nao sabia realmente se era comestível.
3.Se você respondeu SIM escreva abaixo: o que é alimento transgênico?
17 pessoas participaram dessa questão,publicaremos 7 respostas. Alguns estão errados e outros corretos.
1."São aqueles alimentos que foram modificados geneticamente , ou seja foram adulterados."
Rodrigo Ferreira 6aB.
2."É um alimento modificado quando está sendo cultivado."
Rafaela Nogueira 6aE.
3."É um alimento que vem do trânsito."
Juliano Novaes 6aF.
4."É um alimento geneticamente modificado."
Fátima Lobo.
5."Alimento trânsgenico é um alimento que muda quando ele esta na fase de crescimento."
João Brasil 6aE.
6."São alimentos que sofrem alterações genéticas , tendo como objetivo a obtenção de alimentos sem problemas com relação ao cultivo."
Nayade Salgado.
7."São alimentos que foram modificados em laboratorio (DNA)."
Tânia.
Resposta do grupo:São alimentos que recebem genes de outras espécies . Com intenção de alcançar uma melhoria.
Atenciosamente,
Pedro Henrique e João Tavares 6a E.
Reaproveitar alimentos é saÃda para fome
O desperdício de alimentos é um dos fatores que contribuem para a fome no País. Somente na Central de Abastecimento do Ceará (Ceasa), cerca de seis toneladas de alimentos são desperdiçadas. Esses alimentos não são estragados, mas sim frutas maduras e verduras que poderiam compor a dieta de pessoas carentes.
A educação é um fator essencial até para o trato com os alimentos. Muitas entidades lutam para evitar o desperdício de alimentos, utilizando como ferramenta o reaproveitamento integral de frutas e verduras. Com um pouco de criatividade, o que antes tinha como destino o lixo, passa a ser a refeição principal de muitas famílias. A nutricionista Gorete Pereira afirma que é possível criar várias receitas com cascas de frutas e outros alimentos que não são considerados nobres.
O abacaxi, a abóbora e até a farinha de mandioca ganham novas atribuições com as receitas de reaproveitamento. As sobremesas são as principais opções para a utilização do material ainda não aproveitado. Bolos e doces ganham um sabor especial com o acréscimo desses ingredientes e não perdem o principal atrativo: o sabor.
O reaproveitamento de alimentos passa também pelo processo de higiene no trato com as frutas e verduras e pelo correto armazenamento. Mas a preparação das receitas é o principal atrativo. Durante o I Festival de Alimentação Saudável, promovido pelo Sesc Ceará, um concurso de receitas de reaproveitamento de alimentos agitou a semana e possibilitou a popularização desse novo hábito e a troca de experiências entre participantes e promotores de oficinas do Sesc.
O resultado de algumas dessas receitas foi exposto para degustação e o público aprovou. O bolo de casca de abacaxi, o doce de casca de abóbora (jerimum) e o bolo de farinha de mandioca foram a sensação do festival. As vantagens das receitas de reaproveitamento são várias, desde a praticidade, ao teor mais saudável e baixo custo. A prática de utilizar todo o potencial nutritivo dos alimentos já é uma realidade vivenciada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), no Interior do Estado.
O caju é um das frutas que têm seu potencial aproveitado ao máximo. Depois da retirada da castanha, que tem valor comercial, o pedúnculo era jogado fora pelos produtores há alguns anos atrás. Mas de uns tempos para cá é matéria-prima para 20 tipos de receitas, do licor e doce de caju, já tradicionais, ao hambúrguer de caju, o bife, a paçoca, o pastel, o biscoito e sopa, todos tendo o caju como principal ingrediente.
Iniciativas como essa desenvolvidas pelo Senar, além de evitarem o desperdício, incentivam o consumo de produtos regionais, resgatando a culinária local e evitando o consumo excessivo de produtos industrializados.
ANCHIETA TAMBEM É PLANTA MEDICINAL!!
OLHANDO PELA INTERNET VI ESSE TEXTO E GOSTARIA DE MOSTRA-LO AQUI:
Eczofloraâé um medicamento fitoterápico registrado em 1918. Sua formulação foi desenvolvida pelo Dr. J. Monteiro da Silva associando duas plantas medicinais, o Cipó-Suma (Anchieta salutaris) e o Velame do Campo (Croton campestris), sendo a primeira uma planta medicinal extremamente popular em todo Brasil, de onde é originado, sendo utilizado amplamente na medicina caseira no tratamento de inúmeras moléstias. Encontrado com facilidade em capoeiras, seu caule é esbranquiçado, de consistência semelhante à cortiça, e sua raiz tem sabor desagradável. Existem duas variedades de cipó-suma, a suma branca e a roxa, ambas utilizadas na medicina como depurativo do sangue. Já o Velame do Campo (Croton campestris) é um arbusto conhecido no Norte do país e em outras regiões, de origem brasileira; cujas folhas são ovaladas, as flores são alvas e aromáticas, o fruto é uma pequena cápsula, a planta toda apresenta-se coberta pelos amarelados.
Eczofloraâ tem sido comercializado há mais de 70 anos pelo Laboratório J. Monteiro da Silva, o que consagra o seu uso. Entretanto, o aparecimento de alguma reação adversa deve ser imediatamente notificada ao seu médico. grUPO PLANTAS MEDICINAIS(ANDRÉ CORREIA)

O que é transgênico?
Um organismo é considerado transgênico quando misturam a ele genes de outras espécies. Essa técnica foi apelidada de "recortar e colar" e desenvolve novas características aos organismos. Hoje é praticada com mais intensidade na agricultura com o fim de criar alimentos fortes que resistam aos herbicidas, pragas e ao clima e também para deixá-los mais nutritivos.
Existem duas formas de criar alimentos transgênicos:
Na primeira, recolhe-se um fragmento do DNA de um organismo e mistura com o fragmento de alguma outra espécie. Depois, esse novo fragmento é inserido na planta, atuando como o "transportador" das características dos DNAs.
A outra técnica parece ser mais simples. Ao invés de juntar DNAs de dois organismos, coloca-se o gene diretamente na planta. Esse gene vai se adaptar ao DNA gerando uma planta com novas características.
Mas um fato é omitido. Durante esse processo de mutação, ocorre uma reação química de conseqüências desconhecidas. Isso significa que não há certeza sobre os resultados da transformação de alimento convencional para transgênico.
Uma indústria japonesa, Showa Denko, utilizou um organismo geneticamente modificado em um suplemento alimentar e acabou criando uma toxina letal que matou 35 pessoas e deixou outras 1.500 permanentemente lesadas.
Só para dar uma explicada para quem não sabe o que é ainda.
Fonte:http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/01/302636.shtml
Pedro Henrique 6aE
Padrinho dos Cosméticos
Quinta-feira Agosto 07th 2008, 16:12
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Cosméticos
Luiz Seabra
Luiz Seabra, 63 anos, é economista.Paulistano, vindo de família pobre, começou a trabalhar aos 15 anos.Aos 27 (em 1969), às vésperas da chegada de seu quarto filho, decidiu sair em busca de um trabalho mais lucrativo.O dono da empresa onde trabalhava na época tentou segurá-lo, oferecendo uma parte da empresa, mas Seabra recusou.E foi essa recusa que originou a Natura.Hoje, Luiz Seabra esta à frente de uma equipe de 525 mil consultoras no Brasil e 42 mil no exterior, e ocupa a posição número 562 na lista dos mais ricos do mundo da revista Forbes, com patrimônio avaliado em US$ 1,4 bilhão.Presidente do conselho de administração da Natura, mora em Londres e dono de uma agenda concorrida, Seabra não faz o tipo "executivo em fuga". Mantém um ar sereno nas conversas e, não raro, uma resposta a uma questão sobre negócios acaba em citação filosófica.
A Natura é a maior empresa brasileira de beleza pessoal, com receita de R$ 3,24 bilhões no último ano: “Era uma empresa nascida muito antes de mim, mas eu queria ter a oportunidade de fazer algo pelo qual pudesse responder no passivo e no ativo. Dizer ‘isso aqui fui eu que fiz, reclamem comigo’”, comentou Seabra. Presidente do conselho de administração da Natura, morando em Londres e dono de agenda concorrida, Seabra não faz o gênero "executivo em fuga". Mantém um ar de serenidade nas conversas e, não raro, uma resposta a uma questão sobre negócios acaba em citação filosófica.
Até outro post.
Carol =^.^=
Cosméticos com responsabilidade ambiental
Quinta-feira Agosto 07th 2008, 16:09
Arquivado em:
Cosméticos
Ao cuidar da sua beleza, você também pode ajudar a preservar o planeta usando produtos feitos com ingredientes naturais e embalagens recicláveis
Que tal cuidar da beleza ao mesmo tempo em que você ajuda a preservar o meio-ambiente? Essa é a filosofia dos chamados cosméticos orgânicos. Seguindo a lógica dos alimentos, livres de agrotóxicos, os produtos dessa linha não comprometem a natureza e são fabricados com matérias-primas livres de substâncias tóxicas, além de passar por todo um processo ecologicamente correto de produção e teste.
A busca por produtos naturais que pouco agridam a natureza e tenham políticas de sustentabilidade em sua produção é uma preocupação que vem aumentando na indústria de cosméticos. "Há nove anos, contávamos com 11 associados, hoje já são 1,3 mil", explica Ricardo Young, presidente do Instituto Ethos, que ajuda empresas a gerir seus negócios de forma socialmente responsável. Além de dar uma força à sua beleza, levar em conta essas questões na hora de escolher os produtos vai fazer toda a diferença na luta por um planeta melhor. Saiba o que avaliar ao comprar e o que já está sendo feito para o bem das questões ambientais:
1. SPARKKLI HOME SPA
Tem embalagens e ingredientes biodegradáveis e que seguem o conceito de pré-reciclagem: dispensam cartuchos e folhetos. Só usa componentes de indústrias que respeitam a natureza.
2. M.A.C
As consumidoras dessa marca canadense de maquiagem são premiadas com a reciclagem. Ao retornar seis embalagens plásticas, a marca dá um batom de presente (exceto os da linha Viva Glam).
3. LA FAÇON
Os frascos da linha Econatural começam a degradar dois anos após a fabricação, o que reduz o impacto do descarte na natureza.
4. L'OCCITANE
Mais de 90% dos ingredientes de seus produtos são de origem natural, sendo que os ativos vegetais são produzidos por agricultura biológica, que não agride o ambiente. A marca possui certificado de cosmético ecológico da ECOCERT.
5. BOTICÁRIO
Toda matéria-prima utilizada na linha Nativa Spa é de origem certificada. Atualmente a empresa recicla 90% dos materiais utilizados na fábrica.
6. EST
A empresa não utiliza nenhum óleo de origem mineral ou animal em seus produtos. Os sabonetes são feitos com óleo vegetal de palma e não possuem corantes.
7 . NATURA
É pioneira com a preocupação com o meio ambiente e tem vários projetos na área. Usa refis desde 1983, não faz teste com animais e implantou o selo de impacto ambiental.
MAQUIAGEM DO BEM
A onda verde chegou também às maquiagens. A Natura adotou os refis na linha Diversa. Agora é a vez da Avon, que também oferece a opção em alguns itens. A empresa mudou rotas de distribuição para reduzir a emissão de poluentes.
Aqui algumas dicas na hora de compras seus produtos:
INFORME-SE
Procure saber mais sobre as políticas de proteção ambiental da marca que você usa por meio do site ou do serviço de atendimento ao consumidor.
EMBALAGEM
Prefira as que possam ser recicladas. Evite caixas e folhetos em excesso, pois aumentam a produção de lixo.
REFIL
Além de economizar um pouco, você evita o impacto ao ambiente causado pelo descarte da embalagem.
SELOS E CERTIFICAÇÕES
Alguns deles garantem se a procedência da matéria-prima e a produção são ecologicamente corretas.
Fonte: http://manequim.abril.ig.com.br/beleza/rosto-e-corpo/beleza_rosto_corpo_278121.shtml
Até outro post.
Carol =^.^=
Padrinho Plantas Medicinais
MOACIR TADEU BIONDO,49 paulista de Presidente Prudente,é pesquisador autodidata e se especializou no estudo das plantas medicinais da Amazônia onde mora há 29 anos.
possui o curso técnico em agricultura e também o de Desgin em Permacultura, sendo pioneiro nesta atividade na Amazônia, onde foi co-fundador do Instituto de Permacultura da Amazônia(IPA), sendo hoje Presidente do Conselho Executivo do mesmo.
É funcionário da Universidade Federal do Amazonas e tem a função de Instrutor Técnico de Plantas Medicinais na Faculdade de Ciências da Saúde junto aos alunos de medicina.
Atualmente, apresenta programa de TV "Ervas e Plantas Medicinais" no canal Amazonsat, canal temático da Amazônia, também transmitido a cabo no restante do país.
Desde 1985, quando exerceu a função de gerência regional em órgão publico Federal, organizou associações de produtores/extrativistas no interior do Amazonas, com o objetivo de capacitá-los a produzir e coletar, com técnicas preservacionistas, plantas de interesse medicinal.
Experiência em bioprospecção - Probem/Bioamazônia em 2002 – participou da equipe de formação de “Rede de Inventário, Coleta e Cultivo” de produtos da biodiversidade amazônica.
Atua também como consultor na área de plantas medicinais e aromáticas, atendendo ONGs, órgãos governamentais e privados.
No ano de 2003, recebeu Comenda Por Mérito da Assembléia Legislativa do Estado do Amazonas, como pesquisador autodidata.
Conferências internacionais proferidas:
2004 – Real Jardim Botânico de Madrid;
2005 –Jardim Botânico de Valência e Universidade de Valência. Tema: Plantas Medicinais da Amazônia.
Participações/Palestras Nacionais:
II Semana de Fitoterapia em Campinas (2004) e Simpósio Brasileiro de Plantas Medicinais em Manaus (2004), Unimed – Fortaleza-CE (2007).
Alimentos Transgênicos !!!
Identificação do pesquisador
Nome: Rubens Onofre Nodari
Titulação: Doutorado
E-mail: rubens.nodari@pq.cnpq.br
Ele foi o escolhido, pois tem bastante influência na liberação dos transgênicos no Brasil, junto ao governo, alem de está altamente envolvido na situação dos transgênicos aqui no Brasil. A CTNBIO que significa Ministério do Meio Ambiente na Comissão Técnica Nacional de Biossegurança.
Segue em anexo uma matéria da revista fórum, que encontrada no link:http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/NoticiasIntegra.asp?id_artigo=605
Contaminação por transgênicos cresce, aponta membro da CTNBio
Por Brunna Rosa [Terça-Feira, 24 de Julho de 2007 às 16:35hs]

De 23 a 25 de julho acontece a IV edição da Festa Estadual Sementes da Paixão, em Patos na Paraíba. Com o tema Semente da Paixão: plantando e colhendo solidariedade e riqueza no semi-árido, a festa pretende fomentar e preservar a cultura de sementes nativas de roçado naturalmente adaptadas à região, isso quer dizer não-modificadas geneticamente.
Essas tradições mantidas por homens e mulheres locais podem garantir a segurança alimentar e a autonomia das famílias do semi-árido brasileiro. Com uma programação de palestras e discussões sobre a construção de um Programa Nacional e Popular de Sementes, discute temas críticos para a agricultura familiar como transgênicos, monocultura, agronegócio e multinacionais.
A organização do evento, a Articulação do Semi-árido Paraibano com o apoio da Articulação do Semi-árido Brasileiro e da Articulação Nacional de Agroecologia espera reunir até o final do encontro duas mil pessoas.
A respeito dos transgênicos, Fórum entrevistou Rubens Onofre Nodari, Gerente de Recursos Genéticos da Secretaria de Biodiversidade e Florestas e representante do Ministério do Meio Ambiente na Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). Rubens foi um dos palestrantes no encontro e reforçou o temor dos agricultores: “as plantações estão sendo contaminadas cada vez mais com os transgênicos”.
FÓRUM- Qual é a situação dos transgênicos no Brasil?
RUBENS ONOFRE NODARI- A situação dos transgênicos no Brasil sempre foi complicada. Em 1998, a CTNBio aprovou a liberação da soja transgênica, sem os devidos estudos. No entanto uma série de ações na Justiça prorrogou a liberação. A liberação para o cultivo foi aprovada no Congresso Nacional, em 2003. Em 2005, houve a liberação do algodão transgênico e em 2007 do primeiro milho transgênico, o Liberty Link. Atualmente, existe uma decisão judicial que contesta está liberação comercial mais recente. Existe uma controvérsia, na judicialização deste processo, decorrente da ausência de estudos sobre os transgênicos. Talvez a próxima liberação seja o milho Vanguard 210, da Monsanto e mais seis da lista, que incluem algodão, arroz. Aliás, há uma audiência publica marcada para o dia 14 de agosto.
FÓRUM- No caso mais recente, a liberação do Liberty Link há estudos. Como foram realizados?
NODARI- Neste caso, a empresa, no caso a Bayer, optou por realizar análises de composição de proteínas, gorduras, carboidratos etc. Na análise, a mostragem de quantidades desta composição se mostrou similar as demais variedades de milho, quer dizer, as não-transgênicas. Considerando a amostragem parecida, logo a empresa considera que os milhos são equivalentes e seguros. Essa doutrina, da equivalência substancial, não se sustenta. Seguindo esta lógica, um animal acometido pelo mal da vaca louca seria tão segura quanto uma vaca sadia, pois a diferença das duas é apenas um gene. A empresa fez estes estudos, apresentou ao governo e pediu a análise de liberação do milho transgênico. E o governo liberou.
FÓRUM- Existe algum estudo concreto sobre os problemas dos transgênico?
NODARI- Existem estudos esparsos, de pesquisadores independentes em diversas partes do mundo e sobre diversos produtos transgênico. Mas, o pesquisador estuda uma série de coisas especificas. Não há um estudo completo. As empresas não vão realizar estudos, onde possam encontrar problemas. Sobre contaminação, o mundo inteiro já sabe quais são os principais problemas. Plantas resistentes a herbicidas, contaminação nas plantações entre os transgênicos e os não-trangênicos.
FÓRUM- O senhor comenta sobre a quantidade de herbicida utilizada. Com a plantação transgênica, a tendência é aumentar. Mas, a semente geneticamente modificada não sofre a mutação para ser resistente às pragas?
NODARI- Isto é uma avaliação mundial. Nos Estados Unidos o uso do herbicida aumentou, na China, atualmente, gastam a mesma quantidade de herbicida na plantação transgênica quanto na não-transgênica. A tendência é que, conforme os anos passem, a quantidade de herbicida aumente, a semente transgênica torna-se imune ao herbicida utilizado.
FÓRUM- Com a liberação do milho transgênico suspenso por decisão judicial, quais os próximos passos para a liberação ou não?
NODARI- Ou a empresa aceita a decisão ou ela recorre. No caso atual, a União já entrou com embargo de moratório e a juíza negou. A Monsanto quis entrar na ação junto a Bayer e a juíza também negou. O Ministério do Meio Ambiente e a Anvisa [Agência de Vigilância Sanitária] entrou com um recurso no Conselho de Munícipes, contra a decisão da CTNBio. Eventualmente o conselho pode solicitar a CTNBio rever a decisão
FÓRUM- Alguns pesquisadores e acadêmicos apontam o Walter Colli, presidente da CTNBio, como um dos principais interessados na liberação do milho transgênico, devido a suas pesquisas. O que há de real nesta história?
NODARI- Não conheço as pesquisas do Dr. Walter Colli. Mas, há na CTNBio quatro ou cinco membros que desenvolvem pesquisas sobre transgênico ou trabalham para as empresas que tem interesse direto nesta tecnologia.
Brunna Rosa, de Patos, Paraíba
Atenciosamente,
Pedro Henrique 6a E